Duas semanas se
passaram. Não consegui lembrar de quem era a letra do bilhete, e
acabei esquecendo disso. Estava eu em casa, anotando ideias para meu
novo livro, quando recebi uma ligação. Era Hartway. Minha ex-esposa
estava morta e minha filha, desaparecida. Fui rapidamente ao local do
crime, a casa de minha ex- mulher, e quando cheguei somente Hartway
estava lá. "Tiro na cabeça. o revólver contém as digitais
dela, e há até uma carta. Suicídio, todos diriam, se não fosse a
letra da carta. veja.". Peguei a carta, não tive coragem de
ler, mas, pelo tom de Hartway, deduzi o que ele queria dizer. a carta
estava escrita com a mesma letra do bilhete escrito para mim no crime
anterior. "Sabemos onde está sua filha, Jones. Swanson está
com ela". Não. Ele não pode ser o assassino. Simplesmente não
pode. Voltei para casa e não consegui dormir, por 3 dias. no quarto
dia, quando estava prestes a dormir, meu telefone tocou.atendi.era
Swanson. "Se quiser rever sua filha, me encontre no armazém
abandonado perto de sua casa, daqui uma semana, sozinho. não alerte
as autoridades".e desligou. Eu era a próxima vítima, com
certeza.
No dia combinado, adentrei o armazém, que estava muito escuro àquela hora, e comecei a chamar por Swanson. de repente, uma luz acendeu. Swanson estava segurando minha filha pelo braço, apontando uma arma por sua cabeça. o que ele não sabia era que eu tinha uma arma, também. "Olá, Benjamin", ele começou. "Quer sua filha de volta? me dê 10 milhões de dólares. simples.". Eu tive que rir. Ele era louco. resolvi mudar de assunto, porque ainda estava querendo entender uma coisa. "Você não é o assassino. Sei que não é. Quando ocorreu a primeira onda de crimes, você mal havia saído das fraldas, garoto. agora, me diga: porque entrou nessa?" "pelo que mais eu entraria?^dinheiro, claro. de que adianta ser um gênio se sua vida não melhora?não quero ser um investigador medíocre a vida toda...vai me dar a grana ou não?". "claro que não vou te dar dinheiro nenhum. vou é te internar num hospício". Ele ficou furioso. minha filha estava agora correndo um perigo maior. Antes que ele pensasse em atirar nela (ou em mim), saquei a arma e atirei, acertando-o diretamente no peito. As aulas de tiro na adolescência enfim tiveram uma utilidade.
Assim que Swanson caiu morto, ouviu-se uma risada alta, estranha, assustadora. uma figura nas sombras começou a falar. "Jones, Jones...tolo Jones. finalmente me encontrou. pena que você está nos últimos minutos de sua vida". Ao ouvir a voz, minha filha veio correndo em minha direção."não, Susan!", eu disse. "Saia daqui o mais rápido que puder". Ela me obedeceu, foi correndo para fora do armazém. Pelo menos, ela agora estava salva. A figura saiu das sombras. Para meu espanto, o homem era meu meio-irmão mais novo, William, filho de meu pai com a segunda esposa, depois da morte de minha mãe. "Surpreso, irmão? pois é, sou eu..." "Will? mas, porque...?" "porque comecei isso tudo? no início, era só pra ter fama semelhante à sua, depois meu objetivo se tornou eliminar você, para assim somente eu receber a herança.", falou William, descontrolado. O pobre coitado era viciado em drogas, eu tinha pena dele. "Seu monstro! você é doente! vocÊ acabou com minha vida...pra isso?" "Ah, meu irmão...ainda não acabei com sua vida. Ainda". Ele sacou uma arma e atirou, na minha perna. Caí no chão. " Eu te odeio, Klaus. você nunca se importou com a família, muito menos comigo, só porque não temos a mesma mãe...idiota.". Ele me chutou, e eu não pude me defender."vocÊ nunca me ajudou, mesmo sabendo dos meus problemas...se esqueceu de que eu te ajudei nos primeiros livros?acho que sim...nunca vi meu nome nas dedicatórias...Eu te odeio, irmão". A última coisa que vi em vida foi o revólver de william, muito perto de minha testa. Ele atirou.
O corpo de Klaus foi encontrado horas depois no armazém ao lado do corpo de Harry Swanson, com uma carta ao lado deles, que dizia que "Benjamin Jones, o escritor", era o autor dos assassinatos e que Swanson tinha descoberto sua identidade. Ao mesmo tempo, Hartway, o único que sabia da verdade, morria, dentro de sua casa, por conta de um vazamento de gás que havia ocorrido na madrugada. William nunca mais foi visto.
No dia combinado, adentrei o armazém, que estava muito escuro àquela hora, e comecei a chamar por Swanson. de repente, uma luz acendeu. Swanson estava segurando minha filha pelo braço, apontando uma arma por sua cabeça. o que ele não sabia era que eu tinha uma arma, também. "Olá, Benjamin", ele começou. "Quer sua filha de volta? me dê 10 milhões de dólares. simples.". Eu tive que rir. Ele era louco. resolvi mudar de assunto, porque ainda estava querendo entender uma coisa. "Você não é o assassino. Sei que não é. Quando ocorreu a primeira onda de crimes, você mal havia saído das fraldas, garoto. agora, me diga: porque entrou nessa?" "pelo que mais eu entraria?^dinheiro, claro. de que adianta ser um gênio se sua vida não melhora?não quero ser um investigador medíocre a vida toda...vai me dar a grana ou não?". "claro que não vou te dar dinheiro nenhum. vou é te internar num hospício". Ele ficou furioso. minha filha estava agora correndo um perigo maior. Antes que ele pensasse em atirar nela (ou em mim), saquei a arma e atirei, acertando-o diretamente no peito. As aulas de tiro na adolescência enfim tiveram uma utilidade.
Assim que Swanson caiu morto, ouviu-se uma risada alta, estranha, assustadora. uma figura nas sombras começou a falar. "Jones, Jones...tolo Jones. finalmente me encontrou. pena que você está nos últimos minutos de sua vida". Ao ouvir a voz, minha filha veio correndo em minha direção."não, Susan!", eu disse. "Saia daqui o mais rápido que puder". Ela me obedeceu, foi correndo para fora do armazém. Pelo menos, ela agora estava salva. A figura saiu das sombras. Para meu espanto, o homem era meu meio-irmão mais novo, William, filho de meu pai com a segunda esposa, depois da morte de minha mãe. "Surpreso, irmão? pois é, sou eu..." "Will? mas, porque...?" "porque comecei isso tudo? no início, era só pra ter fama semelhante à sua, depois meu objetivo se tornou eliminar você, para assim somente eu receber a herança.", falou William, descontrolado. O pobre coitado era viciado em drogas, eu tinha pena dele. "Seu monstro! você é doente! vocÊ acabou com minha vida...pra isso?" "Ah, meu irmão...ainda não acabei com sua vida. Ainda". Ele sacou uma arma e atirou, na minha perna. Caí no chão. " Eu te odeio, Klaus. você nunca se importou com a família, muito menos comigo, só porque não temos a mesma mãe...idiota.". Ele me chutou, e eu não pude me defender."vocÊ nunca me ajudou, mesmo sabendo dos meus problemas...se esqueceu de que eu te ajudei nos primeiros livros?acho que sim...nunca vi meu nome nas dedicatórias...Eu te odeio, irmão". A última coisa que vi em vida foi o revólver de william, muito perto de minha testa. Ele atirou.
O corpo de Klaus foi encontrado horas depois no armazém ao lado do corpo de Harry Swanson, com uma carta ao lado deles, que dizia que "Benjamin Jones, o escritor", era o autor dos assassinatos e que Swanson tinha descoberto sua identidade. Ao mesmo tempo, Hartway, o único que sabia da verdade, morria, dentro de sua casa, por conta de um vazamento de gás que havia ocorrido na madrugada. William nunca mais foi visto.
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